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A unidade na diversidade

Enfim, nosso último ano na COOPEL. Parece que foi ontem que estávamos com o uniforme cinza, brincando no parquinho, aprendendo as primeiras letras, trabalhando com o material dourado, fazendo as primeiras provas, aprendendo a ter responsabilidade. Hoje olhamos para tudo o que passamos na COOPEL... foram tantos professores que passaram por nós e deixaram suas marcas, outros tantos amigos que se separaram de nós por algum motivo, mas que não foram esquecidos. Agora nós estamos prestando vestibulares e a impressão é a de que tudo passou muito rápido. Cada aluno seguirá um caminho diferente, mas esperamos que mesmo apesar da distância que se fará cada vez maior, cada um ache uma maneira de permanecer ligado aos outros, para que todas as amizades que fizemos não se dissolvam com o tempo e assim lembraremos com saudade de uma época tão importante que passamos ao lado de pessoas especiais. Pensando em uma metáfora capaz de traduzir todos esses anos de convívio, achamos que a melhor é de uma família. Isso pode gerar um estranhamento, já que nossa classe nunca foi muito unida. No entanto, famílias também têm conflitos, pois as pessoas, apesar de terem o mesmo sangue, são muito diferentes. E é justamente a diversidade de pensamentos, estilos e atitudes que torna a nossa sala única. Contudo, independente do curso e da universidade, o importante é cultivar as amizades que aqui foram construídas.
Rebecca Faggion Albers, Matheus Luís Docema e Marília Mattos Antunes

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